Quinta, 24 de Maio de 2018
ARTIGOS

VOLTARAM EM NAZARÉ...


A contemplação não é um atividade, mas sim uma atitude. É uma relação de amor com Deus que não pode ser dissociada não somente daquilo que somos mas também daquilo que fazemos. Se nos tornamos gradualmente verdadeiros contemplativos, não somente nossos momentos de oração silenciosa se tornarão momentos de contemplação, assim como nossa participação no Ofício Divino, mas nossas horas de trabalho se tornarão também momentos de contemplação. Não porque nós nos esforçaremos de recitar orações durante o trabalho, mas simplesmente porque estaremos unidos a Deus através do nosso próprio trabalho. Nosso trabalho não é um participação na atividade criadora de Deus? Duas pessoas que se amam, gostam de trabalhar juntas. Esta comunhão com Deus pelo trabalho se realizará se nós estamos presentes - totalmente e com amor - àquilo que fazemos. Trabalhar sem prestar atenção ao nosso trabalho a fim de aplicar nosso espírito à oração tornaria impossível nestas circunstâncias uma união contemplativa com Deus. [...] Se vemos as coisas deste modo, toda forma de trabalho - quer seja uma criação artística ou descascar legumes, um trabalho de informática ou a limpeza dos banheiros, um trabalho na floresta ou na lavagem de roupas - tem o mesmo valor humano pois pode sempre ser um meio de união com Deus.
QUERIDOS AMIGOS/AS, VOLTAMOS ASSIM NO TEMPO COMUM. HABITAMOS NOSSAS NAZARÉ OLHANDO PARA O EXEMPLO DA SAGRADA FAMÍLIA... QUE A SIMPLICIDADE DO NOSSO COTIDIANO TORNE-SE O AMOR EXTRAORDINÁRIO DE DEUS ACONTECENDO!
(Armand Veilleux OCSO. O trabalho como atividade contemplativa. In: http://www.padresdodeserto.net/trab.htm)

 

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